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Colunistas
Os Trapalhões da Babilônia

Desenvolvido pela ArtePlus - www.arteplus.infoArildo Paulo Viana
Teologia e Direito
vianaarildo@ig.com.br

Teologia, Filosofia e Direito.



“Embora os livros apócrifos (ou deuterocanônicos) não tenham, para muitos, o mesmo peso dos inspirados, às vezes, podem fornecer histórias interessantes, como a de Bel, registrada no Apêndice de Daniel: Os babilônios tinham um ídolo chamado Bel, que era sustentado diariamente com 40 carneiros, muita farinha e muito vinho.

O rei Ciro, devoto de Bel, ia todos os dias cultuá-lo. Certa vez, Ciro quis saber de Daniel por que não adorava também a Bel. "Porque não me curvo a ídolo feito pelas mãos do homem, mas somente ao Deus vivo que criou o céu e a terra, e que tem domínio sobre todo o homem", respondeu Daniel.

Ciro quis provar que Bel era um deus vivo, porque comia diariamente o suprimento que lhe era oferecido. Daniel começou a rir: "Não se iluda, Majestade, este deus é de barro por dentro e de bronze por fora. Jamais comeu coisa alguma". Insinuava Daniel que quem comia mesmo os sacrifícios eram os sacerdotes, e não o ídolo.

Ciro se irritou e mandou chamar os 70 sacerdotes de Bel e lhes desafiou: "Se vocês não me disserem quem come as oferendas de Bel, serão mortos. Mas, se me provarem que é Bel quem as come, Daniel morrerá". Ciro pôs as oferendas no seu devido lugar. Daniel pediu que se espalhassem cinzas no chão do templo à vista do rei. Todas as portas foram lacradas com o selo real.

Os sacerdotes tinham uma entrada secreta, e por ali se abasteciam da comida do ídolo. À noite, como sempre faziam, vieram com suas famílias, e comeram até se fartar. Na manhã seguinte, Ciro e Daniel vieram ao templo. Não vendo a comida ali, o rei logo prorrompeu em exaltação ao ídolo. Mas Daniel pediu que ele examinasse o chão.

Percebendo os rastos dos homens, das mulheres e das crianças, o rei se tomou de fúria. Mandou chamar os sacerdotes, que confessaram tudo. E os puniu. Pobre idolatria! Até os apócrifos, que ela faz questão de divulgar, clamam contra ela.”

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