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Terça-Feira, 16 de Janeiro de 2018
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Polícia
Presos homens apontados como mandante e executor do assassinato do empresário de Caratinga, Aldo Facchini

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Polícia de Novo Cruzeiro, prendeu ontem (07/02), os dois homens suspeitos de serem o mandante e o executor do assassinato do empresário de Caratinga, Aldo Luiz Keller Facchini, de 48 anos, morto a tiros em 03 de janeiro, no Córrego da Onça, na zona rural de Caraí (MG), no Vale do Jequitinhonha.

Os policiais civis prenderam, em Catuji (MG), o investigado Weber, suspeito de ter matado o empresário Aldo Facchini, e em Patrocínio de Muriaé (MG), o investigado Nilton, apontado como suspeito de ter mandado matar a vítima. Durante esta manhã de quarta-feira (08), o jornalismo do Super Canal conversou por telefone com o delegado de Polícia Civil de Novo Cruzeiro, Arthur de Oliveira Simões, responsável pelas investigações.

O delegado Arthur de Oliveira informou que a Polícia Civil deflagrou, ontem, uma operação para dar cumprimento aos mandados de prisão preventiva e de busca apreensão em desfavor do investigado Weber. A operação resultou na apreensão de munições e duas armas de fogo, uma espingarda e um revólver calibre .38.
Uma das armas, segundo a Polícia Civil, supostamente foi usada no crime. De acordo com o delegado, durante interrogatório, Weber confessou a autoria do crime, indicando ainda quem seria o mandante do homicídio que vitimou o empresário. O investigado Nilton apontado pela Polícia Civil como o mandante do crime foi preso por uma equipe da Polícia Civil de Caratinga. O suspeito Weber já se encontra recolhido no presídio de Novo Cruzeiro.

A motivação do homicídio ainda está sendo investigada. O delegado não repassou mais detalhes sobre o caso para não atrapalhar as investigações que ainda estão em andamento. O inquérito policial da morte de Aldo Facchini deve ser concluído em até dez dias. Após a conclusão, o inquérito será enviado à Justiça.
Conforme o delegado, se comprovada a participação dos suspeitos detidos nesta terça-feira, eles deverão ser indiciados pelo crime homicídio qualificado. Além do delegado, que coordenou os trabalhos, também participaram da operação os investigadores Yann Herlon, Edson Adriano, José de Sousa, Ricardo Lemos, Natália, Magno, Cristiano e Saulo.

O crime

O empresário Aldo Facchini foi morto com três disparos de arma de fogo na cabeça. Segundo relatos de duas testemunhas que estavam no momento do fato com a vítima, eles foram até o garimpo de propriedade de Aldo e ficaram por 5 a 10 minutos no local, e em seguida retornaram. No caminho, uma das chancelas estava fechada com apenas um colchete, eles pararam o veículo e foram surpreendidos por um autor moreno, usando óculos escuros, em uma motocicleta dizendo: “perdeu, aqui é um assalto. Desce todos os três e saiam do carro”.

Os três desembarcaram do veículo e o autor obrigou que eles seguissem andando, mas ordenou a Aldo: “você não brancão, você fica”, na sequência, as duas testemunhas continuaram caminhando e foram ameaçadas que se olhassem para trás seriam mortas.
Ainda conforme o relato das testemunhas, após andarem por aproximadamente 50 metros, ouviram três disparos de arma de fogo, eles aguardaram por um tempo e quando retornaram já encontraram a vítima caída sem vida, atingida por três tiros na cabeça. Inicialmente duas linhas de investigação foram traçadas: homicídio ou latrocínio (roubo seguido de morte), já que relógio e celular da vítima foram levados.

 

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Informações da parceira TV Super Canal e Fotos: PCMG

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