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Sexta-Feira, 19 de Janeiro de 2018
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Colunistas
Antes que eles cresçam

Desenvolvido pela ArtePlus - www.arteplus.infoArildo Paulo Viana
Teologia e Direito
vianaarildo@ig.com.br

Teologia, Filosofia e Direito.



“Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.

É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.

Crescem sem pedir licença à vida.

Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repetente.

Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e quando andou crescendo aquela danadinha ou danadinho que você não percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversários com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?

A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.

E você está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!

Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração... Incômodas mochilas da moda nos ombros!

Ali estamos com os cabelos esbranquiçados.

Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.

Principalmente com os erros que, esperamos, não repitam.

Há um período em que os pais ficam um pouco órfãos dos próprios filhos.

Não os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.

Passou o tempo do balet, da natação, do inglês e do judô.

Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências sobre os lençóis da infância e os cobertores daquele quarto cheio de adesivos, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Play Center, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado. Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas, amiguinhas.

“Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chiclete e cantorias sem fim”.

Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram isolados dos filhos, tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas pestes.

Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar!), para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade. E que conquistem do modo mais completo possível.

O jeito é esperar... Qualquer hora podem nos dar netos.

O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.

Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.

A gente só aprende a ser filhos depois que somos pais... ....só aprendemos a ser pais depois que somos avós”.

Este texto não é de minha autoria, mas achei que por bem coloca-lo aqui entre aspas, para que os queridos leitores pudessem fazer algumas reflexões, em particular aqueles que podem e devem corrigir a tempo seu viver com seus filhos.

As opiniões expressas ou insinuadas neste site pertencem aos seus respectivos autores e não representam, necessariamente, as do site www.policiaecia.com.br ou de seus representantes.



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